ASPECTOS DA TRASFORMAÇÃO DO CAPITAL E DO TRABALHO NO BRASIL COLONIAL NO FINAL DO SÉCULO XX.
O presente projeto pretende discutir de maneira breve o trabalho escravo e o capital na região sudeste do Brasil, como sugere o titulo, dando ênfase na escravidão, imigração, agricultura cafeeira e na industrialização, no período do final do século XIX ao início do século XX. Como nosso objetivo é que este trabalho sirva para que outros professores de ensino médio possam utilizá-lo, ao final de cada tópico poderá ser encontrado um plano de aula referente ao conteúdo do capitulo, exceto o capitulo quatro, já que seu conteúdo será trabalhado no plano de aula juntamente com o capitulo três, por se tratarem de assuntos semelhantes.
O primeiro capítulo trabalha a trajetória do trabalho no Brasil desde o processo de abolição da escravidão até a busca por mão de obra necessária para a substituição do escravo. Apresentamos também o contexto histórico do Brasil na segunda metade do século XIX e início do XX, onde a expansão territorial se desenvolvia pelo avanço da cafeicultura e desbravamento de locais para instalação das lavouras, sendo imprescindível o uso de braços para trabalhar nestas lavouras. O Brasil devido a vários fatores, não reunia condições de fornecer os trabalhadores necessários para tal, tendo buscado uma nova alternativa para a resolução desta questão: a busca por trabalhadores estrangeiros, os quais por sua condição social em seu país de origem não se furtaram a cruzar o Atlântico em busca de novas oportunidades de sobrevivência.
No segundo capítulo relata a escravidão africana que teve início com a produção canavieira na primeira metade do século XVI, o cultivo de café chegou ao Brasil somente no início do século XVIII, trazendo com ele meios para fortalecer uma economia que estava em crise,
Com o incentivo do governo Imperial, muitos fazendeiros brasileiros adotaram a plantio do café utilizando a exploração do trabalho escravo para tornar possível a produção de grandes excedentes e uma enorme acumulação de riquezas.
A partir do final da década de
1860, a industrialização brasileira foi estimulada pela instalação das
ferrovias que ligavam as cidades portuárias por onde o café era exportado,
facilitando o escoamento da produção e diminuiu os custos do transporte. A
expansão cafeeira e a industrialização são dois estágios da transição
capitalista no Brasil.
O terceiro e o quarto capitulo abrange o fenômeno da imigração no Brasil, que teve como ápice o período que vai de 1870 a 1927, devido abolição da escravatura e o grande desenvolvimento do setor cafeeiro, principalmente em São Paulo.
Desta maneira, houve por parte do governo um grande incentivo para vinda de imigrantes para o Brasil, principalmente italianos, pelo fato destes serem católicos e não possuírem um sentimento de identidade para com sua terra-mãe assimilando melhor a nossa cultura.
Atribui-se a todos os imigrantes um perfil que foi o do imigrante italiano,passando todos pela mesma trajetória no Brasil, por isso é de extrema importância relatar a diferença desse imigrantes pois eles diferenciaram-se uns dos outros.
A partir de 1905 a imigração espanhola passou a ser a mais numerosa em São Paulo isso é de extrema importância essa comparação entre imigrantes Italianos e Espanhóis pois eles se destacaram no trabalho nas fazendas de café em São Paulo.
Os imigrantes espanhóis não obteve as mesmas condições que os imigrantes italianos, pois os acabaram repondo a força do trabalho italiano, que estavam abandonando o Brasil. Esses imigrantes espanhóis destinaram-se aos cafezais das novas zonas cafeeiras de São Paulo, lugares de terras não férteis, o que provocou um empobrecimento dos camponeses espanhóis.
O quinto capitulo trabalha a questão da carteira de trabalho desde sua criação quando o presidente da República, Marechal Deodoro da Fonseca assinou um decreto que autorizava o ministro Cesário Alvim de que começassem a registrarem os trabalhadores em livros. Pelo Decreto nº. 22.035, de 29 de outubro de 1932, a Carteira de Trabalho e Previdência Social tornou-se documento obrigatório para toda pessoa que venha a prestar algum tipo de serviço a outra pessoa, seja na indústria, no comércio, na agricultura, na pecuária ou mesmo de natureza doméstica.
E, por fim, o último capítulo
apresenta o embasamento metodológico para este trabalho e seus referentes
planos de aula, levando em conta a importância de saber trabalhar com as
fontes. Para este capitulo foram utilizados três livros como base, são eles: Por
uma história prazerosa e conseqüente. (2007). Pensar a história. Pensar
seu ensino. (2005); O mundo do trabalho em imagens: a fotografia como
fonte histórica.
Deste modo, espera-se que a
leitura deste trabalho possa fornecer informações e subsídios, no caso os
planos de aula, para que outros professores possam utilizá-lo. Desejamos a
todos uma boa leitura!
Trabalho apresentado
pelos acadêmicos: Agnaldo Piassa Mazzo Danielle Krislaine Daniele
Frediani Jeferson Da Luz Bonifácio Natielly Karoline Faeda Rodinaldo
Jesus Da Silva.
Trabalho completo: http://www.4shared.com/office/3IYseOUQ/ASPECTOS_DA_TRASFORMAO_DO_CAPI.html?

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